O desafio do
cliente

A Reabilitação deste edifício característico das construções burguesas portuenses do séc XVIII procurou respeitar os materiais e técnicas construtivas, mas integrar as potencialidades das novas soluções e métodos de intervenção, adaptando-os aos novos usos. Os proprietários pretendiam transmitir uma imagem de inovação e, ao mesmo tempo, integrar a obra no lugar histórico da Baixa Portuense, diferenciando este centro de formação dos demais.

A conservação das caixilharias em Pinho da Flandres, com desenho meticuloso, realçou o carácter escultórico destas peças, participando agora na criação de um espaço luminoso, propício ao estudo.

A alternância entre transparência e opacidade resulta da utilização de biombos, mobiliário e revestimentos para subtilmente induzir o uso pretendido, fornecendo pistas claras ao utilizador quando percorre os 4 pisos do edifício.

Ao nível da iluminação artificial, foram adoptadas soluções que, com um gesto enérgico, questionassem os usos e as imagens normalmente associadas a este tipo de construções, evitando espaços de penumbra e desuso.

A reabilitação urbana tem destas coisas. A indefinição provocada por sucessivas alterações lança muitos caminhos, mas é geralmente o fio condutor original que permite a reflexão mais equilibrada, e a escolha ponderada da conservação do imóvel, quando falamos de reabilitação, deverá assim orientar toda a intervenção.

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