Peça já o seu Orçamento!

O desafio do
cliente

O objetivo da intervenção era claro: potenciar o espaço da antiga cantina, com cerca de 450m2, reorganizando o conceito de cantina.

Os problemas a resolver eram diversos: climatização, níveis de reverberação elevados, pavimento extremamente escorregadio, gastos elevados de energia, deficiências de acessibilidades, segurança contra incêndio, definição espacial, funcionamento da sala 24h/dia, etc…

A obra foi realizada com a preocupação atenta em preservar a matriz original do espaço, dotando-o, apenas de maior dinâmica, flexibilidade funcional e conforto espacial.

O teto falso existente foi desmontado, de forma a permitir a infraestruturação do novo projeto elétrico e eletromecânico. O novo teto falso, em gesso cartonado perfurado com velcro acústico, resolveu os problemas de reverberação enunciados pelo projeto da acústica.

As sancas rebaixadas, existentes, que escondem as condutas de climatização do piso superior foram integradas no desenho espacial da sala, criando zonas no «open space» mais intimistas.

O «velho piso» de cerâmica foi rasgado para permitir infraestruturar o centro da sala com tomadas elétricas. Posteriormente recobriu-se todo o piso com vinílico.

A ligação da renovada sala com a zona de confeção foi redesenhada, garantindo o controlo de acessos nas horas em que o espaço funcionará como sala de estudo/ lazer. Recorreu-se neste caso à construção de duas paredes fixas, torcidas entre si, que proporcionam, por sua vez quatro estruturas móveis deslizantes, revestidas a aglomerado de cortiça, facilmente operadas pelo staff, de forma a adaptarem a organização funcional dos dois espaços, consoante as necessidades e afluência de alunos na hora das refeições.

A organização funcional da sala caracteriza-se pela intenção de um desenho cuidado e intencional das várias sub áreas criadas, criando várias possibilidades de estar e interação dos usuários com o espaço ao longo do dia, nas várias tarefas que poderão executar neste mesmo espaço como: comer, estudar, fazer tertúlias, partilhar, contemplar obras do museu, ou mesmo namorar. Estas áreas são definidas pelo desenho e organização do mobiliário e não tanto pela criação de barreiras físicas, que, contudo existem.

Embora em termos de configuração física pouco se alterasse, mudou imenso em termos de usos, de regra, de limites e de desenho. Quase não se dá por eles, mas, foram sem dúvida as premissas base para conseguir o agradável espaço «público» verificado que se espera que seja persuasivo na forma como os usuários interagirão com as regras, que entretanto nada impõem apenas induzem, tornando natural que assim seja usado.

Galeria
Do projeto

O Testemunho
do Cliente

Deixe um comentário

Peça-nos já
o seu orçamento grátis!