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Arouca no Porto, o Porto em Arouca – A intersecção dos territórios no espaço e na cidade

As raízes familiares dos proprietários condicionaram o desenvolvimento da proposta em todos os sentidos. No projeto, as decisões sempre pendiam para a adoção da atmosfera característica da cidade natal – Arouca – , integradas na vertente mais cosmopolita da abordagem turística à cidade invicta, o Porto. Condicionou a obra, onde a integração de elementos vivos como plantas ou objetos de decoração traça de forma indelével aquela que é, afinal, uma união de continuidade, entre o centro e litoral, entre a costa e a montanha, entre o verde e o azul. Condicionou também os seus intervenientes. Todos crescemos e aprendemos com este projeto. Todos nos ficámos a conhecer melhor. Todos aprendemos a que sabe um Kumquat.

Na prática, passou pela remodelação e ampliação de um imóvel do séc. XIX, sobre o qual tinham já sido realizadas inúmeras alterações. Mantinha, no entanto, alguns traços originais que deveriam ser destacados como as guarnições em pedra de granito, balaustradas em madeira e um logradouro ajardinado, o último das redondezas.

A união do existente com o novo demarca as origens e as datas, pela utilização de uma escada que voa, à luz de uma clarabóia reinterpretada. O projeto de acústica ditou o uso de alcatifas, mas as suas cores e texturas foram escolhidas pelo tema, pela função e pelo uso que aí vem, intenso. O mesmo para o mobiliário, para os estofos e para os vários equipamentos, de conforto e decoração.

O edifício voltou a ficar novo. Talvez pela terceira vez. É este o fator diferenciador da intervenção e do intervencionado.

Casa de Arouca

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